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quarta-feira, 16 de março de 2011

Testes com celadons


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Hoje foi dia de desenfornar. As pequenas peças - com esmaltes celadon - foram organizadas, anotando o lugar que cada uma ocupou no forno, para posterior comparação. É comum, no meu forno, variar a temperatura na frente e nas prateleiras de baixo. O numero, em cada peça, corresponde à receita. Amanhã, começo o estudo de como cada receita se comportou, em cada área do forno (que foi mapeado com cones, para saber a temperatura de cada prateleira), em massas diferentes e qual o tipo de decoração ficou melhor com esse tipo de vidrado (se alto ou baixo relevo).

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Esmalte cerâmico vermelho


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cerâmica artistica, bowl em porcelana pasta dura, queima em redução, forno à gás, alta temperatura, cone 9 ou 1280º. O vidrado usado foi o vermelho de cobre.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Bowls em cerâmica gres


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Peças modeladas em torno eletrico, queima em alta temperatura, 1280º ou cone 9, em forno à gás, atmosfera de redução. O gres tem uma composição similar à da pedra, tendo sido exposto ao mesmo tratamento termico. Ambos são densos, não porosos, e às vezes se parecem em cor e textura. A principal diferença é que as pedras se formaram de modo natural, ao contrario do gres, que se faz com minerais cerâmicos selecionados adicionados à uma quantidade de argila plastica. A temperatura de queima oscila entre 1200 e 1300ºC. O vidrado pode melhorar a superficie, principalmente quando confeccionamos utilitarios, mas o esmalte é opcional. As pastas para gres podem ser finas ou granulosas, e o resultado final depende da temperatura de queima. As peças em gres, podem resultar em objetos mais pesados que os feitos com porcelana, já que exigem paredes com espessura mais grossa. O gres pode ser queimado em oxidação ou redução. Na atmosfera oxidante, não se limita a entrada de ar na camara de combustão do forno. O combustivel se queima por completo e a temperatura sobe rapidamente. Na queima com redução a entrada de ar é controlada, a combustão não é completa, e ocasiona o monoxido de carbono ao invés de dióxido de carbono. O monóxido é um gás instável, que rapidamente se combina com atomos de oxigenio que estão na massa e nos esmaltes, mudando assim sua composição quimica e produzindo troca de cores. A redução exige mais tempo para a queima, a temperatura sobe devagar.

sábado, 6 de junho de 2009

Vermelho em cerâmica gres.


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Peça em argila gres, cone 9 (1280º), queima redutora em forno à gás.
Os vermelhos, às vezes chamados de sangue de boi, são profundos, encantadores. Em atmosfera oxidante, o oxido de cobre (cúprico) CuO, deixa os vidrados verdes. Este óxido cuprico, quando introduzido em vidrados alcalinos, cozidos em atmosfera redutora, se transforma em oxido cuproso Cu2O, que dá o vermelho. Os vermelhos mais bonitos são obtidos de vidrados mais fundentes.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Esmalte vermelho em teste


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Novo teste com vidrados em alta temperatura, queima de redução, à procura de um vermelho vivo e brilhante. Como em ceramica não se deve ter pressa, vou fazendo algumas peças para que na proxima queima possa experimentar os melhores resultados.